Cartório de Registro Civil Igarapé Miri em Igarapé-Miri
A cidade
Sobre Igarapé-Miri
População
64.831 hab.
Área
1.997 km²
Estado
Pará
Rápido, simples e seguro
Documentos que buscamos para você
Certidão de Nascimento
Certidão de Casamento
Certidão de Óbito
Antecedentes Criminais
Declaração de Estado Civil
Como funciona
Sua certidão em poucos cliques
Traduza e apostile sua certidão
Além de buscar sua certidão no Cartório de Registro Civil Igarapé Miri em Igarapé-Miri, cuidamos da tradução juramentada e do apostilamento de Haia — com validade no exterior, em um único pedido.
FAQ
Dúvidas sobre este cartório
O cartório fica na Travessa Coronel Garcia, Nº 22, no bairro Centro, em Igarapé-Miri, CEP 68430-000. A titular da serventia é Joana Maria Coutinho de Melo.
Se você mora longe ou trabalha justamente nesse horário, dá para resolver sem ir até lá: a Emita Aqui solicita a certidão e entrega no endereço que você indicar.
O cartório está em atividade desde 17 de outubro de 1871. Isso é anterior ao início do registro civil obrigatório no Brasil, que passou a valer em 1º de janeiro de 1889 — antes disso, os assentos ficavam a cargo das igrejas, nos chamados registros paroquiais.
Se o registro que você procura é mais antigo que essa data, ou se você não sabe em qual serventia ele foi feito, a Emita Aqui faz a busca até achar.
Não. A Emita Aqui é uma assessoria documental privada, do Grupo Ferrara. Não somos cartório, não somos órgão público e não temos vínculo, parceria ou autorização desta ou de qualquer outra serventia.
Quem lavra o registro e emite a certidão é sempre o cartório de registro civil competente.
A Emita cuida da parte chata: localizar o assento, protocolar junto à serventia responsável e entregar o documento pronto.
Sim. É esse o serviço: você não precisa ir a Centro nem pedir favor a conhecido que more lá.
Informando o nome de quem foi registrado, a gente localiza o assento, protocola o pedido e entrega. Vale para nascimento, casamento e óbito, em breve relato ou inteiro teor.
Entrega no Brasil ou no exterior.
Sim, e é mais simples do que parece. A segunda via não é um documento inferior — é a mesma certidão, emitida de novo a partir do livro do cartório.
Três passos pela Emita Aqui: informar os dados de quem foi registrado, escolher breve relato ou inteiro teor, e aguardar a entrega por e-mail ou Correios.
Você acompanha cada etapa e confere uma prévia antes da impressão.
Dá para resolver 100% online. Você não precisa ir até Travessa Coronel Garcia, pegar fila nem se ajustar ao horário de atendimento.
Pela Emita Aqui todo o processo acontece pela internet: pedido, pagamento (à vista ou parcelado), acompanhamento em tempo real e entrega. A certidão chega em PDF por e-mail ou impressa pelos Correios, como você preferir.
Isso vale inclusive para quem saiu de Igarapé-Miri, mora em outro estado ou está fora do Brasil e precisa de um documento registrado aqui.
A diferença está no que aparece no papel.
No breve relato, só os dados essenciais: nome, data, filiação, local do registro. Serve para o dia a dia.
No inteiro teor, tudo que consta no livro — inclusive averbações como divórcio, mudança de nome, reconhecimento de paternidade e adoção. É o que consulados, inventários e processos judiciais costumam pedir.
Pedir o formato errado significa refazer. Confira em inteiro teor e breve relato.
O preço tem duas partes: os emolumentos, que são do cartório e seguem tabela oficial do estado, e o nosso serviço de localizar, protocolar e entregar.
Você vê o total antes de contratar. Preenche o formulário, recebe preço e prazo em segundos e decide com o número na mão.
À vista ou parcelado. Simule.
Na maioria dos casos, sim. Para um documento brasileiro ter validade fora do país, ele normalmente precisa da Apostila de Haia e, dependendo do destino, de tradução juramentada.
A Emita Aqui resolve as três etapas em um pedido só: busca a certidão no cartório, providencia a apostila de Haia e a tradução juramentada, e envia o documento pronto para o Brasil ou para o exterior.
Confirme sempre com o órgão de destino qual formato ele exige, porque a exigência muda de país para país.
É possível. A Emita Aqui faz a pesquisa a partir do nome — com o que você lembrar sobre a pessoa, dá para localizar o registro.
O ponto que trava a maioria é procurar no cartório errado: o óbito é registrado onde ocorreu, não onde a pessoa morava. Quem faleceu internado em outra cidade tem o assento lá.
Na Polícia Federal ou na Secretaria de Segurança Pública do seu estado — não em cartório de registro civil.
A escolha depende do uso: a federal é a pedida em processos de imigração, visto e concurso público; a estadual atende exigências locais.
Consegue. Poucos pedidos chegam com todos os dados — o normal é ter só o nome e uma ideia da cidade e da época.
A partir daí é possível localizar o assento, confirmar com você antes de emitir e então pedir a certidão ao cartório competente.
Comece pela busca por nome e informe o que souber.